Só o fim dos regimes pedófilos de EUA e “israel” livram a humanidade de seu fim
Nota pública da Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal)
Mais de 50 mortos em ataque israelense a escola elementar no Irã
Tal qual no ano passado, os regimes genocidas e pedófilos de EUA e “israel” atacam imotivadamente o Irã, sob o falso pretexto de que este busca armamento nuclear, acusação ainda mais farsesca quando a agressão parte de assassinos atômicos – EUA lançou bombas atômicas contra um Japão já rendido e os sionistas utilizam urânio nas munições lançadas contra civis palestinos e libaneses. E, novamente reprisando os ataques de 2025, os EUA negociavam com o Irã vários temas, dentre eles o de o povo iraniano exercer seu legítimo direito ao programa nuclear pacífico, nos termos do Tratado de Não Proliferação Nuclear, de que é signatário, ao lado de outros 190 países, dentre eles o Brasil, mas entre os quais não figura justamente o regime ilegítimo e supremacista judaico de “israel”, um dos poucos párias nucleares internacionais e o único na história a adotar o estupro massivo (da população palestina) como política de estado.
Os ataques ilegais de hoje ao Irã, nação soberana e que não declarou nenhuma guerra ofensiva nos últimos pelo menos duzentos anos, nem mesmo contra o pior regime de todos os tempos, o de “israel”, não se resumem à ação em si, mas são continuidade do genocídio contra o povo palestino em Gaza, a maior matança de civis da história (equivaleria a mais de 8 milhões no Brasil e a quase 80 milhões na Europa atual em eventual repetição hoje dos seis anos da 2ª Guerra Mundial, isto é, o dobro de mortes naqueles tempos hitlerianos), assim como extensão das destruições do Líbano, Iraque e Iêmen, da Síria e da Líbia, do Sudão e do Afeganistão e da Somália, além de ampliação da ocupação militar sobre os regimes monárquicos na região, hoje meras sedes de bases estadunidenses a partir das quais se assassinaram as perto de 25 mil crianças em Gaza (quase 11 mil por milhão de habitantes, quatro vezes mais que as 2.813 crianças europeias por milhão de habitantes na 2ª GM).
São, ainda, o prelúdio de que os próximos passos serão os fins destes mesmos regimes regionais árabes ainda aliados da dupla EUA/”israel”, pois estes não deixarão de destruí-los em seguida para abrir caminho ao “Grande ‘israel’”, já publicamente assumido como objetivo estratégico destas elites pedófilas, e que abrange seus territórios, nalguns casos, como a Jordânia, a totalidade.
Por ser precisamente este o movimento geral, e já expandido para outras partes do mundo, da Groelândia à Venezuela e de Cuba à Nigéria, é que a humanidade se vê diante do desafio de parar os regimes pedófilos de EUA e “israel”, únicos na história humana a serem indústrias de predação de meninas ainda crianças, objetivos não por acaso reprisados em ataque inicial no Irã justamente contra escola de meninas, com quase 100 vítimas fatais. Predar sexualmente crianças ou exterminá-las, especialmente meninas, futuras mães, como em Gaza, é a carreira mais marcante de EUA e “israel”, o que denota sua intenção genocida, pois exterminar a infância no geral e a feminina em particular significa intento genocidário contra um povo inteiro – o Palestino desde 1947 e o iraniano na atualidade – e de interromper o seguimento da existência humana no planeta por colapsamento da capacidade reprodutiva das sociedades alvo.
É hora de o mundo, povos e lideranças, se unirem para acabar com estes dois regimes e suas elites, não melhores que as piores figuras de todos os tempos, Jeffrey Epstein e Benjamin Netanyahu, notórios sionistas predadores sexuais e assassinos de crianças. A humanidade só estará livre de seu fim, inclusive por hecatombe nuclear provocada pelas elites pervertidas e sanguinárias de EUA e “israel”, se as derrotarem, o que deve ser buscado por todos os meios, do econômico ao bélico. Do contrário, a existência humana na Terra servirá apenas para os deleites degenerados de novos Trumps e Epstneis, sob a liderança de Netanyahu, o maior carniceiro de todos os tempos, liderando o regime mais abjeto já conhecido, o de “israel”, assumidamente estuprador.
Por fim, o Irã e seu povo têm direito ao desenvolvimento nuclear pacífico, conforme lhes é conferido pelo TNP, de que são signatários, algo que “israel” não é, razão pela qual nem mesmo se submete ao regime de inspeções da Agência Internacional de Energia Atômica, bem como direito à autodefesa, seja interceptando as munições direcionadas ao seu território soberano, seja alcançando as bases de onde são lançadas, onde quer que estejam, quiçá as destruindo integralmente e, com isso, dando início à libertação dos povos árabes sob ocupação de EUA e do sionismo, o que os tornou, e às suas riquezas petrolíferas e territórios, os germes de suas próprias destruições e de todo o mundo árabe e de seu entorno.
Palestina Livre a partir do Brasil, 28 de fevereiro de 2026, 79° ano da Nakba.
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