Fepal pede prisão de criminosos de guerra “israelenses” de férias em Florianópolis
Grupo de militares postou vídeo brindando pela morte de "todos os árabes"
Vídeo gravado pelos soldados no momento do brinde pela morte "de todos os árabes"
Um grupo de soldados “israelenses”, que estão de férias no Brasil, foi flagrado em um vídeo fazendo um brinde chocante durante uma celebração em um restaurante em Florianópolis, Santa Catarina. No vídeo, divulgado pela militar sionista Shaked Pinchas, cabo das Forças Armadas de “israel” (IDF), um dos soldados, identificado como Liron Shvartzman, propõe um brinde dizendo: “amém a isso, e também, que todos os árabes morram”. A cena gerou revolta e foi amplamente criticada.
O presidente da Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal), Ualid Rabah, pediu publicamente ao ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e ao diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que prendam os soldados e os proíbam de fugir do Brasil. “Precisamos que as autoridades brasileiras ajam com o máximo de rigor, prendendo esses criminosos de guerra e de lesa humanidade”, disse. “Além de racismo declarado, afrontando a legislação brasileira, tratou-se de incitação ao extermínio, incitação ao genocídio contra todos os árabes, tal qual ‘israel’ promove há muitos meses ininterruptos em Gaza”, completou.
Siga a Fepal no X!
Siga-nos também no Instagram!
Inscreva-se em nosso canal no Youtube!
Pinchas, que aparentemente gravou o vídeo, compartilhou o conteúdo em suas redes sociais, mas, após a viralização, tanto ela quanto Shvartzman bloquearam o acesso aos seus perfis. A Fepal destacou que o casal estava em Morro de São Paulo, na Bahia, antes do episódio. O Ministério Público da Bahia e a Polícia Federal foram acionados.
A Bahia foi o mesmo destino onde outro soldado “israelense”, Yuval Vagdani, foi denunciado à Justiça brasileira por suspeita de crimes de guerra em Gaza. Ele também descansava tranquilamente no Brasil após participar de operações durante o genocídio em Gaza, e conseguiu fugir do Brasil graças ao trabalho do regime “israelense” e de seus agentes no Brasil.
Leia também:
“israel” viola soberania brasileira e promove fuga de soldado procurado no Brasil
Jair e Eduardo Bolsonaro facilitaram fuga de soldado procurado pela Justiça
Após escândalo no Brasil, “israel” teme que países investiguem seus criminosos
Yuval também fugiu “devido à leniência das autoridades brasileiras, devido à ação ilegal das autoridades ‘israelenses’ por meio do seu governo, por meio da sua embaixada no Brasil e, claro, por meio das organizações sionistas no Brasil, que agem ao arrepio da lei e contra os interesses nacionais brasileiros”, afirmou ainda Ualid. “Não podemos permitir que isso aconteça novamente.”
Além disso, a Fepal mencionou que Pinchas e Shvartzman estiveram em Amsterdã em novembro de 2024, durante um jogo entre Ajax e Maccabi Tel Aviv, onde hooligans “israelenses” realizaram ataques com cantos racistas contra palestinos.
Notícias em destaque
Número de prisioneiros de guerra palestinos cresceu 83% desde o início do genocídio, dizem organizações humanitárias
O Dia dos Prisioneiros Palestinos de 2026 ocorre em um momento em que os [...]
LER MATÉRIA“israel” está implementando o maior roubo de terras palestinas desde a Nakba
Por Tamara Nassar* Israel está estabelecendo fatos no terreno na [...]
LER MATÉRIA“Um dos soldados colocou seu pênis na minha boca e depois urinou sobre mim”
A violência sexual contra palestinos em prisões e centros de detenção [...]
LER MATÉRIADocumentos expõe relações de milícia sionista com a Alemanha nazista
Por Ofer Aderet* Em maio de 1941, Eliyahu Golomb, fundador e comandante de [...]
LER MATÉRIA“Ser palestino é um motivo de muito orgulho”, diz brasileiro convocado para a seleção palestina
Diogo Lourenço Samara fez história e manchetes na crônica esportiva ao se [...]
LER MATÉRIAFepal expressa preocupação com interferência estrangeira na Polícia Federal
A Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal) participou, na última [...]
LER MATÉRIA