Blitzkrieg de mísseis do Irã desmonta a máquina de guerra dos EUA na Ásia Ocidental

A elaborada fortaleza que os Estados Unidos haviam levado décadas para construir está sendo estilhaçada.

12/03/2026

Poder militar iraniano está causando um estrago inimaginável pelos serviços de inteligência estadunidenses contra as instalações imperiais na região. (Foto: Getty Images)

Por Ivan Kesic*

Em apenas dez dias, a resposta militar do Irã à guerra de agressão israelo-americana desmontou o núcleo do poder dos Estados Unidos no Golfo Pérsico, da Base Aérea de Al-Udeid, no Catar, ao quartel-general da Quinta Frota dos EUA no Bahrein.

O que começou em 28 de fevereiro de 2026 como a malfadada “Operação Epic Fury” transformou-se em uma catástrofe estratégica para o complexo militar-industrial dos Estados Unidos.

A agressão, que levou ao martírio do Líder da Revolução Islâmica, aiatolá Seyyed Ali Khamenei, bem como de civis comuns, foi respondida com uma das campanhas militares mais devastadoras e precisamente coordenadas da história regional moderna.

De forma sistemática, mísseis e drones iranianos perfuraram as defesas aéreas americanas, reduzindo mais de uma dúzia de instalações militares a escombros, obliterando sistemas avançados de radar e incapacitando o poder naval dos EUA.

Milhares de militares americanos agora enfrentam uma realidade inegável: seus ativos já não estão seguros diante do formidável e amplo arsenal do Irã.

A teia militar dos EUA no Golfo Pérsico

Para compreender plenamente a magnitude das conquistas militares do Irã, é preciso primeiro entender a intrincada teia de poder militar dos Estados Unidos que há décadas estrangula a região do Golfo Pérsico.

Essa rede tem servido como o principal instrumento da hegemonia dos EUA sobre os recursos energéticos mais vitais do mundo e como a principal garantia militar para a segurança da entidade sionista.

No ápice desse sistema está a Base Aérea de Al-Udeid, no Catar. Uma vasta instalação que cobre aproximadamente cinquenta quilômetros quadrados a sudoeste de Doha, ela é a maior instalação militar americana em toda a Ásia Ocidental e o quartel-general avançado do Comando Central dos Estados Unidos.

Al-Udeid é a pedra angular da estratégia militar dos EUA na região, abrigando mais de dez mil militares e dando suporte à 379ª Ala Expedicionária Aérea. Seu formidável conjunto de bombardeiros, caças, plataformas de vigilância e drones tem sido, por anos, a plataforma de lançamento de operações agressivas contra nações da região.

A menos de duzentos e cinquenta quilômetros de Al-Udeid encontra-se a Base Aérea de Al-Dhafra, nos Emirados Árabes Unidos. Essa instalação complementa sua contraparte catariana ao fornecer aos Estados Unidos capacidades avançadas de inteligência, vigilância e reconhecimento.

Al-Dhafra abriga aproximadamente cinco mil militares americanos da ativa designados à 380ª Ala Expedicionária Aérea.

Suas principais missões incluem reabastecimento aéreo e coleta de inteligência em grande altitude, utilizando plataformas como o Lockheed U-2 Dragon Lady, o Boeing E-3 Sentry AWACS e os drones de vigilância RQ-4 Global Hawk — aeronaves que rotineiramente violaram o espaço aéreo iraniano ao longo da costa do Golfo Pérsico.

A base ganhou notoriedade particular em 2019 quando um de seus drones Global Hawk foi abatido pelo sistema de defesa aérea do Irã, episódio que prenunciou derrotas muito maiores por vir.

No Bahrein, a Naval Support Activity em Manama serve como quartel-general tanto das Forças Navais dos EUA do Comando Central quanto da Quinta Frota dos Estados Unidos.

Apoiando mais de nove mil militares e mais de cem comandos residentes, essa instalação, estabelecida no terreno da antiga base da Marinha Real Britânica HMS Juffair, fornece a infraestrutura logística e de comando necessária para que a Quinta Frota projete poder por toda a região com seus grupos de ataque de porta-aviões e navios de apoio.

O Kuwait hospeda outro nó crucial. O Campo Arifjan serve como principal centro logístico avançado para as forças terrestres americanas, enquanto a Base Aérea Ali Al-Salem abriga a 386ª Ala Expedicionária Aérea, e a Base Naval Mohammed Al-Ahmad fornece infraestrutura naval crítica.

Essa era a fortaleza que os Estados Unidos haviam construído — um anel de aço e fogo destinado a conter e intimidar. E esta é a fortaleza que o Irã acaba de estilhaçar.

Primeira onda: a resposta devastadora do Irã à agressão EUA-Israel

Quando os Estados Unidos e o regime israelense lançaram sua agressão covarde contra o território iraniano em 28 de fevereiro, assassinando o Líder da Revolução Islâmica aiatolá Ali Khamenei e mais de duzentos civis iranianos, incluindo 165 estudantes na cidade de Minab, evidentemente acreditaram que um golpe tão devastador deixaria o Irã paralisado.

A escola foi atacada duas vezes por mísseis americanos, desmentindo a alegação de que não foi deliberado. Como observaram especialistas, o mesmo local não pode ser atingido por engano duas vezes.

Meninas iranianas foram mortas por ataques duplos contra escola em Minab

Dentro de poucas horas após a onda inicial de agressão, o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) lançou a Operação Promessa Verdadeira 4, uma retaliação meticulosamente planejada que visou simultaneamente mais de uma dúzia de instalações militares americanas em toda a região.

Na Base Aérea de Al-Udeid, no Catar, mísseis iranianos atingiram com precisão devastadora. Seus impactos foram captados em vídeo e transmitidos por várias agências de notícias. A conquista mais significativa foi a destruição completa do radar de alerta antecipado aprimorado AN/FPS-132, um sistema avaliado em aproximadamente US$ 1,1 bilhão que servia como o olho eletrônico da defesa aérea americana em todo o Golfo Pérsico.

Esse radar fixo UHF de matriz faseada, projetado para detectar e rastrear continuamente mísseis balísticos a distâncias extremamente longas, representava o componente mais crítico da arquitetura de alerta antecipado dos EUA na Ásia Ocidental.

Sua destruição tornou toda a rede americana de defesa aérea praticamente cega, obrigando as baterias sobreviventes a operar com consciência situacional degradada e reduzindo drasticamente sua eficácia contra ataques iranianos subsequentes.

Simultaneamente, mísseis e drones kamikaze iranianos desceram sobre a Base Aérea de Al-Dhafra, nos Emirados Árabes Unidos, destruindo o centro de guerra aérea dos terroristas americanos, o centro de comunicações por satélite, radares de alerta antecipado e radares de controle de fogo, decapitando efetivamente as capacidades de comando e controle da base.

As aeronaves de reconhecimento Lockheed U-2, os aviões AWACS Boeing E-3 Sentry e os drones RQ-4 Global Hawk ficaram sem a infraestrutura necessária para suas operações. Seus hangares foram danificados ou destruídos, e suas tripulações lutavam para sobreviver ao ataque.

Os ataques também se estenderam à infraestrutura naval. No porto de Jebel Ali, em Dubai — o porto estrangeiro mais frequentado pelos navios da Marinha dos EUA fora do território americano — mísseis iranianos causaram danos significativos a instalações usadas para reabastecer e manter os navios de guerra da Quinta Frota.

No Bahrein, o quartel-general da Quinta Frota dos Estados Unidos foi atacado diretamente, com vários mísseis e drones kamikaze atingindo a instalação Naval Support Activity.

Vídeos captaram o momento do impacto quando projéteis atingiram edifícios dentro do complexo da base, incluindo um prédio alto que abrigava tropas americanas.

O IRGC anunciou que um centro de serviço da Quinta Frota havia sido especificamente visado, e ataques subsequentes em 1º de março atingiriam um centro de comando naval americano não identificado e um centro de reserva com dois mísseis balísticos.

As instalações americanas no Kuwait sofreram talvez a destruição mais completa. A Base Aérea Ali Al-Salem, atingida em 28 de fevereiro, foi novamente atacada em 1º de março.

O IRGC declarou posteriormente que a base havia sido completamente colocada fora de serviço. Essa instalação, sede da 386ª Ala Expedicionária Aérea da Força Aérea dos EUA, foi efetivamente neutralizada como ativo militar: suas pistas crateradas, seus hangares destruídos, suas aeronaves danificadas ou forçadas a fugir. A Base Naval Mohammed Al-Ahmad sofreu destino igualmente devastador, com três estruturas de infraestrutura naval supostamente destruídas.

Em questão de horas, a elaborada fortaleza que os Estados Unidos haviam levado décadas para construir foi estilhaçada.

Base Aérea de Al-Udeid, no Catar, antes e depois do ataque iraniano.

Significado estratégico dos ativos perdidos pelos EUA

A verdadeira dimensão da conquista militar do Irã só se torna evidente quando se considera o que essas instalações destruídas realmente significavam para o poder estratégico americano.

O radar AN/FPS-132 em Al-Udeid não era apenas um equipamento caro, mas a pedra-chave de toda a arquitetura de defesa aérea americana no Golfo Pérsico.

Sem ele, as baterias Patriot e THAAD espalhadas pelos Estados do Golfo tornaram-se fundamentalmente degradadas. Forçadas a depender de seus próprios sensores de menor alcance, tornaram-se muito mais vulneráveis a ataques de saturação.

A destruição desse único sistema efetivamente incapacitou a rede integrada de defesa aérea que os Estados Unidos passaram décadas construindo.

Os centros de comando e controle destruídos em Al-Dhafra representaram uma perda igualmente significativa. Essas instalações eram os centros nervosos por meio dos quais as operações de inteligência americanas em todo o Golfo Pérsico eram coordenadas.

O centro de comunicações por satélite havia sido o principal elo que transmitia dados das aeronaves de vigilância para centros de análise; sua perda cegou temporariamente os coletores de inteligência americanos em toda a região.

Os danos infligidos ao quartel-general da Quinta Frota no Bahrein interromperam a infraestrutura de comando necessária para coordenar grupos de ataque de porta-aviões e navios de apoio em uma área que abrange o Golfo Pérsico, o Mar Vermelho e o Mar Arábico.

Sem esse centro, a capacidade da frota de projetar poder ficou fundamentalmente comprometida.

A destruição no porto de Jebel Ali agravou essas dificuldades ao danificar o principal centro logístico por meio do qual a Quinta Frota recebia suprimentos e suporte de manutenção.

Uma frota sem combustível, sem peças de reposição e sem meios para sustentar operações prolongadas é pouco mais que uma coleção de metal flutuante.

Em uma única noite, o Irã não apenas atingiu bases americanas; desmontou a arquitetura do poder americano na região. O radar que via tudo foi cegado.

Os centros que coordenavam tudo foram silenciados. Os portos que sustentavam tudo foram incapacitados. A frota que dominava tudo foi paralisada.

Campanha contínua: pressão sustentada sobre posições americanas

A segunda fase da campanha militar retaliatória ocorreu em 8 e 9 de março, com novos ataques contra instalações americanas-chave na região.

A Base Aérea de Al-Udeid voltou a ser atacada em 8 de março, com fortes explosões e sirenes relatadas. O Ministério da Defesa do Catar posteriormente reconheceu os ataques, embora fontes militares iranianas os tenham descrito como impactos diretos no principal centro de comando.

O fato de os ataques continuarem apesar das alegações catarianas de interceptação sugeria que muitos mísseis e drones ainda estavam atravessando as defesas. No dia seguinte, 9 de março, Al-Udeid foi novamente atingida, com explosões sacudindo a base pelo segundo dia consecutivo e relatos verificados confirmando impactos.

A Base Naval de Juffair, no Bahrein, também foi alvo em 8 de março. O IRGC anunciou um ataque direto em retaliação a um ataque americano contra uma usina de dessalinização iraniana na ilha de Qeshm no mesmo dia.

O ministro das Relações Exteriores Abbas Araghchi afirmou que os Estados Unidos haviam estabelecido o precedente ao atingir infraestrutura civil, o que tornava a resposta iraniana mais legítima.

A Base Aérea Ali Al-Salem, no Kuwait, já severamente danificada em ataques anteriores, foi alvo de drones em 8 de março. A Resistência Islâmica no Iraque reivindicou a responsabilidade por uma operação que supostamente rompeu as defesas aéreas do Kuwait e atingiu a instalação.

A Base Aérea Prince Sultan, perto de Al-Kharj, na Arábia Saudita, foi atacada com uma salva de mísseis balísticos. Embora as forças sauditas tenham afirmado ter interceptado três mísseis em direção à base, a instalação ainda sofreu danos significativos.

Base Aérea Ali Al-Salem, no Kuwait, durante o primeiro dia da agressão.

O triunfo militar-tecnológico do Irã

Os últimos 10 ou 11 dias de combate demonstraram de forma conclusiva que a tecnologia militar iraniana atingiu um nível de sofisticação que os estrategistas americanos jamais anteciparam.

Mísseis iranianos penetraram consistentemente as defesas aéreas americanas, atingindo seus alvos com uma precisão que rivaliza, ou até supera, a das armas dos EUA, como reconhecem especialistas.

Drones iranianos enxamearam bases americanas em números que os sistemas defensivos simplesmente não conseguem engajar. A destruição do radar AN/FPS-132 representa talvez a conquista tecnológica individual mais significativa da campanha: um sistema de bilhões de dólares, projetado especificamente para detectar e rastrear mísseis como aqueles que o Irã disparou contra ele, mostrou-se totalmente incapaz de impedir sua própria destruição.

O desempenho de mísseis antinavio iranianos contra ativos navais americanos, incluindo o suposto ataque a um navio de apoio de combate da Marinha dos EUA, demonstra ainda mais a natureza abrangente das capacidades do Irã.

Nenhum domínio — seja aéreo, terrestre ou marítimo — permaneceu imune desta vez.

Além da tecnologia, a natureza sustentada da campanha iraniana revela capacidades logísticas e industriais que os EUA claramente não anteciparam. O Irã disparou centenas de mísseis e drones enquanto mantinha a capacidade de continuar tais ataques indefinidamente — um feito que sugere uma capacidade de produção que a inteligência ocidental subestimou de forma catastrófica.

As forças americanas, em contraste, gastaram enormes quantidades de interceptadores tentando defender-se contra os ataques iranianos, esgotando estoques que levarão anos para serem repostos.

A economia dessa guerra é tão devastadora quanto suas táticas: um míssil que custa ao Irã algumas centenas de milhares de dólares é enfrentado por um interceptador que custa aos Estados Unidos vários milhões. Trata-se de uma guerra de atrito que os Estados Unidos não podem vencer.

A vantagem tecnológica sobre a qual a dominância militar americana se apoiou por décadas foi revelada como um mito nesses 11 dias. A capacidade industrial que deveria garantir a superioridade americana foi exposta como insuficiente. E a disposição de sustentar uma guerra prolongada diante de perdas crescentes ainda está por ser testada.

Humilhação do poder americano

Para além das dimensões puramente militares, encontra-se o impacto estratégico mais amplo sobre o prestígio militar americano em toda a Ásia Ocidental, cuidadosamente construído ao longo de décadas, afirmam especialistas militares.

Os Estados Unidos apresentaram-se como o garantidor indispensável da segurança no Golfo Pérsico — a força cujo poder militar assegura o livre fluxo de petróleo e a estabilidade de regimes aliados.

Os acontecimentos dos últimos 11 dias expuseram essa narrativa como propaganda vazia, revelando que o poder americano se apoia não em capacidade invencível, mas na ausência de um desafio sério.

Os Estados árabes do Golfo que hospedam bases americanas agora se encontram em uma posição impossível: seus territórios transformados em campos de batalha, seus sistemas de defesa aérea expostos como ineficazes, seus protetores americanos revelados como vulneráveis.

As baixas infligidas às forças americanas, estimadas em centenas por fontes militares iranianas, representam um custo humano que repercutirá pela sociedade americana.

Famílias americanas estão recebendo notificações de que seus entes queridos não retornarão de uma guerra que Washington iniciou e não pode vencer, disse uma fonte ao site Press TV.

As imagens de bases destruídas, aeronaves em chamas e pessoal em fuga transmitem uma mensagem mais poderosa que qualquer declaração oficial: os Estados Unidos não estão vencendo esta guerra.

Nova realidade estratégica

À medida que a guerra imposta entra em sua segunda semana, surgiu uma nova realidade estratégica na Ásia Ocidental, na qual a dominância militar americana foi estilhaçada e o poder iraniano se encontra ascendente, observam especialistas militares.

“Os Estados Unidos já não podem garantir a segurança de suas bases no Golfo Pérsico. Não podem proteger seus navios de guerra contra mísseis iranianos. Não podem conduzir operações de inteligência ao longo das costas iranianas sem arriscar a destruição de suas plataformas mais valiosas”, disse uma fonte militar altamente posicionada ao site Press TV.

“O edifício cuidadosamente construído do poder militar americano foi revelado como um castelo de cartas, desmoronando diante do primeiro desafio sério.”

Para o Irã, observou ele, essas conquistas militares representam não apenas uma retaliação bem-sucedida, mas uma vitória estratégica que transforma fundamentalmente todo o ambiente de segurança regional.

A República Islâmica, por meio dessas 34 ondas da Operação Promessa Verdadeira 4 (e contando), demonstrou capacidades que dissuadirão a agressão americana por muitos anos.

“A mensagem de Teerã para Washington não poderia ser mais clara: a era da dominância americana na Ásia Ocidental terminou. Qualquer agressão futura contra a República Islâmica será respondida com reações muito mais devastadoras do que qualquer coisa vista até agora”, afirmou a fonte.

* Ivan Kesić é um articulista freelancer e analista de dados de código aberto baseado na Croácia. Trabalhou como redator no Centro Cultural do Irã em Zagreb de 2010 a 2016. Seus artigos foram publicados, entre outros, no Consortium News, Antiwar, Strategic Culture e MintPress News. Artigo publicado na Press TV em 10/03/2026.

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